Psicoterapia é um termo genérico que designa todo tratamento realizado com método e propósito psicológico (Zimerman, 1999, p. 15). Cada abordagem tem sua maneira própria de compreender o ser humano e de tratar o sofrimento psíquico — e, porque as formas de compreender diferem, diferem também as formas de tratar: elas não são redutíveis umas às outras. Isso significa que o profissional precisa escolher: ou é psicanalista, ou é cognitivo-comportamental, ou pratica outra abordagem definida, não sendo possível, em última instância, exercer simultaneamente métodos de escolas distintas. Entre as abordagens existentes estão a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental, a terapia sistêmica e a logoterapia, entre outras.
É uma forma — mais precisamente, um método — de tratamento do sofrimento psíquico, cuja finalidade básica é tornar consciente o inconsciente. Essa aproximação de si, dos conteúdos esquecidos e dolorosos que de alguma forma continuam presentes, embora nem sempre seja fácil, é capaz de propiciar mudanças profundas e duradouras. Por isso não se faz psicanálise em qualquer lugar, de qualquer maneira, nem às pressas: esse processo e esses conteúdos têm tempo próprio e precisam ser acolhidos, não arrancados.
Embora possa ser definido com certa simplicidade, esse método é objeto de estudo e desenvolvimento contínuos há mais de um século: não é estático, nem alheio às mudanças próprias de cada tempo e lugar.
A psicoterapia de orientação psicanalítica, quando escolhida pelo paciente, acontece em um ambiente com características e dinâmicas próprias, que chamamos de setting. Fazem parte dele o espaço físico típico — ao menos duas poltronas e um divã, no atendimento presencial; um ambiente privado e reservado, no online —, os acordos de local, frequência, horários e valores, e o emprego do método analítico, fundado nas regras e concepções estabelecidas por Freud.
Algumas formas de sofrimento aparecem com frequência no consultório e recebem aqui um destaque especial. Às vezes a pessoa sabe o que sente, às vezes apenas que algo não vai bem. Por isso, além daquelas mais conhecidas, também dou atenção àquela dor difusa, sem nome, que cobra seu preço no dia a dia. Toque em cada área para saber mais.
A depressão é mais do que tristeza. Ela muda a forma como a pessoa sente, pensa e funciona no dia a dia, muitas vezes sem que haja uma causa aparente.
O luto é a resposta natural do psiquismo a uma perda significativa. O problema surge quando o processo se estende de tal forma que a pessoa não consegue retomar sua vida.
Nem todo sofrimento se encaixa em um diagnóstico. Há pessoas que sofrem de um jeito difuso, difícil de explicar, que muitas vezes nem elas mesmas levam a sério.
Ensaios psicológicos sobre cinema, filosofia e a prática clínica…
MITOS E SÍMBOLOS
Antígona não é tão nobre quanto parece, nem Creonte tão execrável quanto convém supor. Ambos têm verdades graves ignoradas sobre si e o entorno, o que lhes custa tudo.
“Minha tarefa, aquela que estou tentando realizar, é, pelo poder da palavra escrita, levar você a ouvir, e a sentir — é, antes de tudo, levar você a ver. Nada além disso, e isso é tudo.”
— Joseph Conrad
Textos que compartilham e aprofundam percepções sobre filmes, literatura, filosofia, teoria e prática clínica.
“Minha tarefa, aquela que estou tentando realizar, é, pelo poder da palavra escrita, levar você a ouvir, e a sentir — é, antes de tudo, levar você a ver. Nada além disso, e isso é tudo.”
— Joseph Conrad
Textos que compartilham e aprofundam percepções sobre filmes, literatura, filosofia, teoria e prática clínica.
“Minha tarefa, aquela que estou tentando realizar, é, pelo poder da palavra escrita, levar você a ouvir, e a sentir — é, antes de tudo, levar você a ver. Nada além disso, e isso é tudo.”
— Joseph Conrad
Textos que compartilham e aprofundam percepções sobre filmes, literatura, filosofia, teoria e prática clínica.
“Minha tarefa, aquela que estou tentando realizar, é, pelo poder da palavra escrita, levar você a ouvir, e a sentir — é, antes de tudo, levar você a ver. Nada além disso, e isso é tudo.”
— Joseph Conrad
Textos que compartilham e aprofundam percepções sobre filmes, literatura, filosofia, teoria e prática clínica.
Por ficar impressionado com o poder da palavra. Percebi que uma conversa, uma interpretação justa, uma frase dita na hora certa podem abrir um caminho onde antes havia apenas sofrimento. Estudar psicologia é para mim uma forma de compreender mais profundamente a experiência humana e de oferecer a outros um trabalho sério, cuidadoso e comprometido.
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