Aqui me dedico, humildemente, a cumprir esta tarefa que define a função de um escritor — e por que não, à sua maneira, de um psicólogo.
Se cabe a cada ser humano o seu quinhão de contribuição neste tesouro comum chamado Tradição e Cultura, utilizarei também o poder da palavra escrita a fim de levar o leitor a ver algo do que há para ser visto, ouvido e sentido nos grandes mitos e símbolos a seguir.